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Jonny Viccari · @jonnyviccari
Words
10,108
Runtime
52:40
Speaking pace
192wpm
Reading time
42min
192 words per minute, between the 181 median and the 201 75th percentile of 349 measured videos. That distribution comes from the 349-video hook study.
Opening (first 30 seconds)
Você não precisa assistir esse vídeo, você pode simplesmente pegar a transcrição dele e colocar na sua IA, de preferência. Ela vai aprender tudo que você precisa e você vai poupar alguns minutos da sua vida. Então, se você já quiser sair desse vídeo, pelo menos deixa um hype aqui nesse conteúdo. Vamos bugar o algoritmo do YouTube como forma de agradecimento. De qualquer forma, se você quiser ficar aqui comigo, ao longo desse vídeo, eu vou te explicar tudo que eu aprendi sobre criação de conteúdo nos últimos 6 anos, criando principalmente aqui pro YouTube.
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Você não precisa assistir esse vídeo, você pode simplesmente pegar a transcrição dele e colocar na sua IA, de preferência. Ela vai aprender tudo que você precisa e você vai poupar alguns minutos da sua vida. Então, se você já quiser sair desse vídeo, pelo menos deixa um hype aqui nesse conteúdo. Vamos bugar o algoritmo do YouTube como forma de agradecimento. De qualquer forma, se você quiser ficar aqui comigo, ao longo desse vídeo, eu vou te explicar tudo que eu aprendi sobre criação de conteúdo nos últimos 6 anos, criando principalmente aqui pro YouTube.
São um total de 24 frameworks. É claro que se você acha o vídeo, você vai ter experiência completa, você vai aprender com a sua cabeça, mas se você quer transferir essas habilidades todas para miar, tá tudo bem também. Honestamente, é assim que eu tô aprendendo hoje em dia. Eu pego a transcrição do vídeo e jogo na IA. A ideia é que esse seja meu guia definitivo de criação de conteúdo, o último vídeo que eu faço mais técnico.
Todos os vídeos que eu vou fazer a partir de agora são mais opinativos, porque hoje em dia qualquer pessoa pode aprender com eia muito fácil. E eu tô liberando a transcrição para vocês e também tem um link na descrição que já vem um pacotinho, um arquivo zip completo para você só baixar e colocar na sua também. vai est no primeiro link aqui da minha bio, da minha descrição, para você acessar lá. Sem mais delongas, eu vou começar por esse vídeo nessas 24 eh habilidades e frameworks que eu aprendi de criação de conteúdo.
Todas elas não tem uma conexão uma com a outra. Elas são aprendizados, são 24 aprendizados soltos que de certa maneira se conversam e formam você um criador de conteúdo melhor, um marqueteiro melhor. Algumas dessas aqui eu criei com a minha cabeça. Muitas delas eu peguei de referências da gringa, peguei de newsletters, de outros youtubers, mas acho que não tem nenhum do Brasil que eu copiei aqui. Enfim, eu vou dar os créditos aqui, o que eu for olhando, tá?
Primeira delas, curva de confiança. Isso aqui tem até um nome, né? O efeito Ding Krueger. Isso aqui é muito como iniciantes que começam a fazer qualquer habilidade na sua vida. Você começa a aprender qualquer assunto, você aprende um pouquinho desse assunto e você já fica muito arrogante, muito confiante, achando que você sabe muito daquele assunto. E aí você começa a falar assim: "Nossa, eu acertei num vídeo aqui, meus primeiros vídeos, sou um deus aqui do YouTube".
E depois, conforme você vai estudando um pouco mais, você vai começar a ver que não é tão simples assim, vai começar a botar culpa ali, a sua confiança vai cair. Você vai até falar: "Nossa, esse algoritmo aqui manipula os criadores de conteúdo". Mas na realidade só tá aprendendo mais e tá vendo o quanto você tem a aprender ainda. E eu devo estar num estágio aqui, ó, aqui no meio, porque tem muita coisa a aprender de criação de conteúdo, comportamento humano, que não é hackzinho milagroso, mas sim entender efetivamente o que faz as pessoas clicarem e assistirem um vídeo.
Isso é muito mais complexo do que qualquer hackzinho que te vendem na internet. Então, se eu pudesse te falar uma coisa, é tenha muita curadoria com quem você assiste. Por muitas vezes, esses criadores que falam de criação de conteúdo, eles querem te dar um hackzinho rápido para você sentir um auto boost de confiança, mas quando você vê isso não te ajudou em absolutamente nada. O que eu quero trazer para você aqui é um conhecimento profundo que vai chegar nesse estágio final, que é o YouTube é difícil, mas é justo.
E aqui o estágio, eu quero chegar com esses 24 slides. O primeiro deles é aqui é uma questão de o quanto de pessoas que você pode alcançar, porque muita gente fala aqui no YouTube, a gente tem um público delimitado, principalmente quem tem um um nicho muito específico. Você tem aqui todos os espectadores, você pode alcançar o número de 10 que você consegue ter e a sua execução. Cara, idealmente você teria que fazer vídeo para esses três tipos de público. um público muito nichado para resolver um problema quase que ali individual para uma dezena, por uma milhares de pessoas para depois se expandir para centenas, milhares ou até milhões de pessoas.
Quando você for criar e ter ideias de vídeo, idealmente tem a foco nesses três tipos de ideias: ideias muito nichadas, ideias um pouco mais amplas e ideias que poderiam alcançar qualquer tipo de pessoa que tenha um mínimo de interesse no seu nicho. Eu já vou voltar para dar um exemplo prático. Se eu não me engano, o último framework, ele vai falar mais disso com um exemplo prático, tá? Não é o mais importante. Agora hoje já queria passar pro próximo que vale realmente a pena.
Você vê que aqui os primeiros cinco eles são muito mais comportamentais para te preparar como uma mentalidade de criador. E os próximos, a partir do quinto, a partir do sexto, você vai ver que ele é muito técnico e aí você vai entender um pouquinho mais os fundamentos. Mas para isso eu preciso moldar sua cabeça primeiro. Primeira coisa, cara, quem tá começando no YouTube, isso vai comunicar com o gráfico 78. Eh, começa a pensar assim, aquela pessoa que começou a criar vídeo agora, nem estudou muito, nem viu muitos vídeos, ela normalmente ela fala isso aqui, cara, eu preciso fazer vídeos que as pessoas querem assistir e aí aquela pessoa que fala assim: "Tá bom, eh, percebi que é um pouco mais complexo do que isso".
Aí ela começa a estudar, ver vídeo aqui do meu canal. Inclusive, se inscreva no canal, se você tá gostando. A pessoa vira e fala assim: "Cara, eu percebi que é mais complexo, tem YouTube estúdio, tem roteiro, tem idealização, tem o vídeo, edição de vídeo, eu descobri o que é retenção, o que é CTR, todas essas métricas. E a pessoa começa a ter aquela paranoia. Cara, o algoritmo mudou e agora? Eu preciso ter uma CTR de tantos por, eu preciso ter uma retenção tanta. >> [roncando] >> E no final, se você vê quem é aquele 1% que tá performando bem no YouTube, que tá tipo pegando muita view, o cara só se fala uma coisa, a mesma coisa que o iniciante fala: "Eu só preciso fazer bons vídeos que meu público assiste." No final, tudo que a gente vê de métrica é muito questão de vaidade, CTR, retenção, inscritos.
O final a gente olha muito para visualizações e fazer um vídeo que o público gosta de assistir. Eu metrifico isso em visualizações e comentários. você não precisa mais nada do que isso. É claro que conforme você vai criando negócio, a partir disso, algumas métricas entram em jogo, mas no final, no final da ponta mesmo, é só fazer vídeos bons que as pessoas queiram assistir. E infelizmente eu tenho uma má notícia para você, mas criar conteúdo é é cada vez menos técnico sobre técnicas de criação de conteúdo e muito mais sobre intuição, sobre você ter um carisma, sobre você explicar bem algum conceito. é sobre ter uma perspectiva diferente sobre um tema que todo mundo falava que estava saturado. É muito mais comportamental, é muito mais intuitivo, é muito mais humano do que você possa imaginar.
Existe um limite de técnica que eu consigo te ensinar aqui hoje. Eu posso te dar aqui todos os frameworks para você colocar na sua IA. Talvez ela não entregue um bom conteúdo, porque o que falta é alma, o que falta é aura. E eu vou te explicar o que é aura daqui a pouco, porque por mais que eu não possa te ensinar o que é aura, eu posso destrenchar todos os componentes dela. Mas segura aí que daqui a pouco a gente volta nisso.
O nosso próximo gráfico, esse aqui é um dos que eu utilizo, um dos frameworks que eu utilizo para validar o por um vídeo meu flopou, porque um vídeo meu não performou bem. Primeira coisa, você vai se perguntar: "O vídeo flopou?" Se sim, você passa pra próxima etapa. Cara, será que eu tenho um problema aqui na ideia? Será que a ideia do vídeo foi boa? Porque a gente sempre olha primeiro pra ideia. Será que aquele vídeo precisava ser feito naquele momento?
Enfim, você vai se perguntar isso. Se você achar que a ideia foi boa, você se pergunta: será que tem algum problema na embalagem no vídeo? Cara, embalagem é título e thumbnail. Será que eu coloquei o melhor título, a melhor thumbnail? Você vai ver que isso vai se repetir muito na aula de hoje. A gente vê que hoje em dia o YouTube é muito mais uma ferramenta de clique do que uma ferramenta de vídeo. Então a gente tem que muito mais tempo pensar em como fazer as pessoas clicarem no vídeo, porque se elas não clicarem elas não vão ver.
Então você vai ter que se provocar o tempo inteiro. Cara, será que o título tá bom? Será que a embalagem tá boa? Porque se a pessoa não clicou, ela não viu o vídeo. Então, antes de se perguntar sobre o seu vídeo, se pergunte sobre a sua embalagem, se tá boa, se vale a pena trocar. Eu não acho que vale a pena ficar trocando título e thumneilio o tempo todo e ficar um maníaco de trocar título e thumneio. Por muitas vezes vale a pena você só aprimorar no próximo vídeo.
Depois que você se perguntar isso, vocês perguntam: "Cara, será que tem algum problema externo? Será que o áudio do vídeo tá zoado? Será que a edição não tá boa? Será que eu soltei esse vídeo e o timing desse vídeo não foi bom? Não sei. Eu tô falando de alguma notícia que já passou algumas semanas e esse vídeo não performou. Você vai procurar algum problema externo. Se não, se você não tiver problema em nenhum desses três e você não entender o porque o seu vídeo não viralizou, você se pergunta: "Isso realmente serve para quem tá assistindo?
Será que isso realmente é de necessidade quem tá assistindo?" Porque se ninguém clicou no vídeo, ninguém ignorou a ideia, será que aquilo realmente tinha interesse do seu público? Será que o público precisava de mais um vídeo seu falando sobre isso? É o que eu provoco muito para quem faz mentoria comigo, né? Eu tenho uma mentoria que é individual, eu faço aqui, tenho um grupo pequeno de pessoas, mas é tudo comigo, não tem ninguém da minha equipe que faz, não, não tenho equipe, não tenho nada disso.
Muito chique, cara. Eu sempre olho pras pessoas e falo: "Pô, principalmente para alunos meus de finanças, cara, você precisa de um vídeo s explicando bolsa de valores, mais um vídeo." Tem tanta gente já fez esse vídeo. A galera quer ver a sua opinião sobre a sua, o por que isso é importante para você e pr as pessoas como você. Então você tem que se perguntar, isso realmente serviu uma pessoa? Aí você tem que se perguntar.
Em algum momento você vai identificar o problema e vai entender mais a sua audiência. O trabalho do YouTube é basicamente postar um vídeo, ter o feedback do vídeo, entender cada vez mais a audiência, audiência que nos diz o que fazer. Por isso que eu gosto tanto dos comentários. Ler o comentário, dá um diagnóstico de aonde eu devo produzir em seguida, porque é o melhor tempero, é o melhor termômetro do você tá dando certo ou não.
E aqui entra talvez o gráfico que eu mais gosto de toda essa aula, tá? É um dos que eu mais gosto. Esse aqui eu não lembro da onde eu peguei, cara. Foi um youtuber muito pequeno, o cara tem dois vídeos hoje. E ele fez esse gráfico pra política, que era esse gráfico aqui. E aí depois eu meio que transpus ele pra criação de conteúdo, que ele funciona no geral essa regra. Quanto mais alto aqui, ele tá invertido, se eu não me engano.
Aqui, ó, eu vou corrigir depois. Quanto mais para baixo, mais visualização. Quanto mais para cima, menos visualização. Tá errado aqui no gráfico. Eu vou corrigir depois quando eu liberar esse material, tá? Mas, por exemplo, a gente tem aqui um conteúdo de extrema esquerda, comunistas, e um conteúdo de extrema direita, os fascistinhas. Então, a gente tem esses dois tipos de conteúdo na internet. Eu peguei o exemplo da política porque ele vai deixar muito nítido o que eu quero falar.
O que o que pega a visualização são extremos políticos. Um vídeo ponderado, um vídeo que vai no caminho do meio, um vídeo que é super bem pautado, que a pessoa não dá um raid político, não fica bravo, não é muito enfático, não é muito imperativo no vídeo. Se a pessoa não bota muita energia no vídeo, fica um um vídeo chato, um vídeo morno. Por muitas vezes eu faço tipo de vídeo no canal, um vídeo muito educativo, não é um vídeo que viraliza muito, é um vídeo mais ponderado, tudo bem, tem espaço para isso no YouTube também, mas se você pensa em pegar cada vez mais visualizações, mais extremo você tem que ser.
Por isso que na ótica da política, quanto mais extremo para um lado ou pro outro, mais visualização você pega. E aqui eu vou trazer uma uma um outro paralelo para esse mesmo gráfico. Mesma coisa. Quanto mais para baixo, mais views. Quanto mais para cima, menos views. Está errado aqui no meu gráficozinho. Vou corrigir depois. Quanto mais mal feito um conteúdo, mais visualizações. Você vai olhar e para falar para mim: "Cara, como assim, Johnny?
Você já não viu aqui no YouTube diversos vídeos que a pessoa entra aqui no vídeo, cara limpa? Às vezes ela não tem nem cenário, não tem nada, não tem nem microfone. Pegou o celular ali na casa dela, uma pessoa de baixa renda, fez um vídeo um desabafo e esse vídeo pegou muitas visualizações. Às vezes não tem uns criadores, cada vez mais ráos isso acontecer, tipo Nunes, que ligou uma câmera no quarto, do nada vinou um novo astro da Globo.
Tem um pouco disso porque é meio que um viés. Deixa eu voltar aqui no gráfico. Quanto mais mal feito e a pessoa tiver sem vies, sem, tipo, com muitas regrinhas de nossa, precisa fazer um vídeo assim, assim, assado, usar essas técnicas, a pessoa pode ter mais visualizações. Agora, um vídeo também com uma produção impecável, tipo Mr. Beast, uma grande produção, um Primo Rico hoje em dia tá com uma produção gigantesca, com Renato Cariani, também mais visualização vai ter, porque é uma coisa que é difícil de fazer.
Agora, uma coisa no meio termo é uma coisa que não é nem boa, não é nem ruim. O pior coisa que você pode ter no YouTube é ser indiferente, é você ser morno. Ser morno no YouTube, ser mais ou menos é indiferente. A pior coisa do mundo é você não gerar um sentimento nas pessoas. YouTube, rede social, publicidade, marketing, é sobre você gerar algum tipo de sentimento na pessoa, seja positivo, seja negativo, seja de raiva, de amor, de empatia, de dar valor pras pessoas, de você entreter e fazer elas rirem, fazer elas ficarem, nossa, realmente aprendi algo aqui.
Sentimento de reciprocidade. Vou entrar agora no clube de criadores do Johnny, porque ele me ensinou em um único vídeo. Imagina o que ele tem para me ensinar num curso completo e organizado. O link está na descrição. Você tem que fazer a pessoa sentir alguma coisa. Então não seja indiferente. Sempre coloque algum sentimento e querendo ou não, rede social é para extremos. Tenta pegar alguma pauta que é sua, pinca o martelo nela.
Fala assim: "Cara, eu acredito nesse método. Eu acho que esse método é bom. Aquele método é ruim. Quanto mais enfático e imperativo, maior tendência de ter visualizações. Mas cuidado também, seja ponderado ao ponto de saber que às vezes isso pode afetar seu trabalho, pode gerar haters e é um caminho natural para criadores de conteúdo. Você vê que por muitas vezes eu tô no caminho do meio também, então tá tudo bem, não precisa ser extremo o tempo todo.
Tô falando aqui para você ser ser extremo, mas utiliza desse framework quando você achar que faz sentido. Às vezes é nisso que você tá errando. está sendo muito ponderado quando as pessoas querem ver cada vez mais pessoas enfáticas, extremas. Aí você entende o porqu e é onde você tá errando. Nosso próximo gráfico. Esse aqui é um gráfico do Pad Gallowy, que é um dos maiores especialistas de YouTube da gringa, trabalhou com Mr.
Beast, o canal da Red Bull também ele tem esse gráfico, é do efeito multiplicador. Um vídeo ele começa com uma qualidade de execução, é qualidade por views aqui, tá? Quanto mais para cima, mais views. Ele começa aqui. O que ele fala é você tem que melhorar algum aspecto, nem que seja um pouquinho a cada vídeo que você trabalha, porque se você melhora um pouquinho, cara, você começa a ter um resultado, um efeito multiplicador, um efeito exponencial.
Então, 10% de melhora na sua thumbnail, por exemplo, pode levar um aumento de 30, 40, 50% nas visualizações. Você vê que é desproporcional, você aumenta 10% no título, na thumneil e você tem um ganho de 30, 40, 50%. O YouTube tem muito desse efeito multiplicador de você escalar um número com uma pequena mudança. Às vezes é um título diferente que teria feito esse vídeo viralizar. Então, foque em pequenas mudanças no que realmente importa, título, thumbneilio ou introdução.
Essas três coisas elas vão ser 90% da performance de um vídeo. E quanto mais você melhorar, porcentagem pequena que for, tenta focar nisso. Eu vejo que assim, eu já trabalhei com youtubers gigantescos, converso com muitos criadores, tenho uma comunidade com mais de 500 criadores e eu vejo que assim, os que se destacam são os que tm um perfil mais curioso, um perfil que tá sempre, cara, não tá bom o suficiente. Eu me, se cobra muito, infelizmente.
Sinto que tem um pouco disso, mas é uma galera que tá sempre, onde que eu posso melhorar, que gatilho que eu posso melhorar aqui dentro para elevar um pouquinho a minha produção, nem que seja 1%, pro meu vídeo ficar um pouquinho melhor, pra minha iluminação ficar um pouquinho melhor, pra minha thumbnail ficar um pouquinho melhor. Tudo isso é uma característica fundamental que eu vejo qualquer pessoa que tem sucesso com YouTube tem também.
Muito bom. Falando de YouTube, acho que tem mais um aqui. Esse aqui eu já mostrei, né, que é o curva de especialização, efeito Danin Krugeger, que é quanto mais você aprende, mais você percebe que tem a aprender. Acho que isso é uma questão eh que é importante. E aqui é uma uma das partes mais importantes. Deixa eu tentar mudar aqui para vocês poderem ler tudo aqui. Perfeito. Vou deixar assim agora e eu vou tentar dar um zoom.
Esse aqui é um dos gráficos mais importantes. Deixa eu abrir aqui. Vamos lá. [roncando] Esse aqui eu decompus o que é um vídeo no YouTube. Literalmente o que é um vídeo no YouTube? Um é uma um vídeo, uma pós-produção, uma pré-produção. Vai ficar fácil de vocês verem. Bom, eu vou liberar esse material, caso vocês não estejam conseguindo enxergar. Deixa eu abrir aqui. Maravilha. Primeiro, tudo começa do vídeo na pré-produção.
Depois a gente tem embalagem do vídeo, o vídeo e a pós-produção. Tudo começa na ideia. A ideia é esse primeiro ponto que tá em vermelho aqui. A ideia é definir o tema do vídeo, o formato do vídeo. Formato do vídeo é muito importante, cara. Vou fazer um vídeo apresentando tela, vou reagir, vou fazer um podcast, vou só falar com a câmera, vou fazer um vídeo vou fazer aqui um vídeo de entretenimento 30 contra um. é um formato de vídeo.
Você vai definir o ângulo e a perspectiva. Cara, como que eu posso transformar esse vídeo num ângulo mais único, mais meu? Uma experiência própria que eu tive, um método único que eu vendo. Você vai tentar colocar isso e o tamanho do nicho potencial também, né? aquela ideia que eu te falei de fazer um vídeo muito nichado, médio ou um vídeo para todo mundo. Depois você vai partir pra embalagem do vídeo. A embalagem é título, thumbnail, descrição do vídeo, tudo que é relacionado a SEO e meta metados do vídeo, tudo que você colocar aqui de tags na descrição, vai dar mais informação e contexto pro algoritmo.
A embalagem também tem componentes que ninguém olha muito. Se eu entrar no YouTube, você vai ver o que que tá embalado aqui é a imagem da thumbnail. o título, mas também tem alguns outros fatores. A gente tem a duração do vídeo. Muita gente toma decisão no que assistir baseado na duração do vídeo. Se a pessoa tá em casa na TV, ela quer ver um vídeo mais longo, putz, tô no celular aqui lavando louça, quero ter aqui 10 minutinhos, que é o tempo de eu lavar a louça.
Então você tem que entender em que momento a pessoa vai te consumir. Isso faz parte da embalagem também. Além disso, a reputação conhecida. Isso aqui você não tem controle. que é, por exemplo, eu abri aqui o YouTube, eu já vejo que tem alguns criadores aqui, tipo o Alex Ormose, cara, ele é um dos maiores criadores de negócios da gringa, ele tem uma reputação grande, então ele já tem uma reputação que ele já tá produzindo há muito tempo.
Por enquanto a gente tem aqui, ó, outros criadores pequenininhos, ó, que estão fazendo uma live para nove pessoas. Quem que é esse cara? Não sei. Será que eu vou entrar numa live dele? Tem toda essa questão de reputação percebida também. Então isso aqui é uma coisa que você não controla, que você constrói com prazo. Tudo isso faz parte da embalagem do vídeo. O [roncando] vídeo em si, você tem a introdução do vídeo, que é você confirmar que o que a pessoa clicou, ela vai encontrar no vídeo, que eu chamo de confirmação de clique.
O hook inicial para você prender a pessoa naquele vídeo e fazer com que ela assista até o final. A gente tem o roteiro, storyting, a informação que você passa, é a promessa de transformação que você faz ou que você tá entretendo ela naquele momento, ou que você tá inspirando ela, o que você tá educando ela, é tudo que você vai passar durante o vídeo e como você vai passar. Tem também todo o aspecto de qualidade audiovisual, o áudio, o vídeo, o enquadramento, o cenário, a luz, tudo isso tá relacionado à qualidade audiovisual.
Depois a gente tem a questão da personalidade. Se você gosta do jeito que a pessoa fala, no ritmo da comunicação, se ela fala mais devagar, mais lenta, mais pausada, se é uma pessoa mais acelerada, mais belde, gosta aqui de mais dinâmica pro vídeo. Tudo isso aqui é relacionado com a personalidade da pessoa, a aura da pessoa, que eu já vou explicar o que é, e o CTA, que é algo que ela vai vender durante o vídeo. Cara, quase ninguém que tá fazendo vídeo na internet só para fazer vídeo. muita gente quer vender algo ou serve como espaço publicitário para alguma marca ou tem algum produto próprio.
Isso aqui é natural, né? A gente tem atenção das pessoas, a gente vai vender alguma coisa. Tudo isso faz envelopar o vídeo no que ele é. E depois a gente tem a pós-produção, que é edição de vídeo, se ela é uma edição mais simples, sem cortes, se é uma edição dinâmica, cheia de corte, animação, etc. Tem a distribuição do vídeo. Como que eu distribuo esse vídeo? Eu vou postar no Instagram, vou postar no YouTube, eu vou mandar paraos meus amigos ou vou simplesmente deixar o YouTube disseminar isso sozinho, que é o que eu prefiro.
Qualidade final da thumbnail, qualidade final do vídeo e é o vídeo pronto por completo. É você colocar esse vídeo, postar ele e ter todos os elementos juntos finais. Por que que eu fiz essa esse gráfico, esse framework para vocês? Porque por muitas vezes a gente não tem noção o que que é um vídeo. A gente acha que é simplesmente ligar a câmera, falar, desligar, apstar. Olha quanto tem de variável em construir um vídeo pro YouTube. Às vezes você olhando para essas variáveis, você fala assim: "Putz, eu posso melhorar um pouquinho aqui".
Olha, aqui tá o lugar que eu não tava olhando muito. Então aqui te deixa um pouquinho mais ligado no que que você pode melhorar como criador de conteúdo. Sempre tem isso perto de você e fala assim: "Tá, cara, agora eu sinto que eu melhorei minha idealização de vídeo. Deixa eu aprender agora a fazer título, thumnail, cara. Deixa eu aprender a melhorar meu roteiro. Nossa, deixa eu aprender como eu faço um CTA melhor no vídeo para converter mais.
Tudo isso é fundamental. Vamos pro próximo gráfico. O próximo gráfico, ele já é referente aos ikgis. Cara, ikigai é uma coisinha que eu eu gosto bastante, que é onde eu conecto várias coisas em um lugar só. Então, um vídeo viral no YouTube, ele é composto por uma thumbnail boa, um título bom, um assunto que é de interesse pras pessoas, que tá no interesse das pessoas hoje em dia e o timing. Muita gente, pouca gente na verdade fala disso, que cara, não adianta você postar um vídeo hoje ensinando as pessoas a investirem na bolsa em 2026, onde já tem um monte de vídeo falando sobre isso.
Você tem que ter o timing, correto. Às vezes é uma notícia, às vezes é uma ideia que tá todo mundo falando, às vezes é um debate que tá na moda e tá tipo todo mundo falando disso aqui, você entra no time certo da conversa. Às vezes você pode ter um ótimo vídeo no YouTube com um ótimo título, uma ótima tamin, mas não é o timing correto do assunto. Às vezes tá rolando Copa do Mundo, eleições e aí todos os assuntos são canabalizados para aqueles assuntos e ninguém quer ver você falando de como perder gordura visceral, sei lá, não sei com o que você fala.
Enfim, então tudo vai ser sobre interesse, atenção, prioridade e relevância. Esse é o primeiro queig. O segundo, esse aqui também ele ele diz é a mesma coisa. Se eu traduzir aqui o time pré-ideia, temos aqui o creator guy. Como escolher o seu nicho? Muita gente me pergunta isso. Johnny, não sei o que falar. Como que eu escolho? Basicamente você vai pensar um pouco na sua vocação, o que que você sente que você tá inclinado para falar. É difícil esse debate de vocação, né?
Tem um livro que fala sobre isso que é cartas a um jovem poeta. É um livro que eu li prestes a entrar na faculdade, muito bom. E o alquimista que ele trata isso como não vocação, mas como lenda pessoal. São dois livros mais simples, mais básicos, que dependendo do seu momento de vida, pode te ajudar. São vídeo, são livros mais místicos, né? livros mais eh subjetivos. Eles não vai te dar uma resposta concreta, um framework completo, mas eu sinto que ele me deu uma direcionamento.
Então fica aí a indicação para vocês. [roncando] Profissão, que profissão que você tá disposto a seguir? O que que você faz hoje? Que que você gostaria de fazer? O seu domínio, seu talento natural e a sua missão de vida. Tem alguma pauta que te mexe muito? Tem algum assunto que te, cara, tira os nervos toda vez que você fala? Pensa nesses quatro componentes e traz aqui para pra decisão final. Qual que é um assunto que eu posso ganhar dinheiro com isso?
Por exemplo, o nicho de gaming hoje em 2026, será que é melhor oportunidade? Talvez no GTA 6, que que eu vou falar? É um assunto ou vai lançar um novo console da PlayStation? Cara, que oportunidade de dinheiro você vê ali? Não adianta você criar alguma coisa, por mais que você goste, isso não vai pagar suas contas. A gente vive num sistema capitalista, gosto de você ou não, tem que jogar o jogo. Segunda coisa, o mercado, como que tá o mercado hoje?
Legal, dá para monetizar, mas o mercado tem muita gente fazendo, já tem gente fazendo o que eu quero que eu faça. Tem aí uma oportunidade de mercado, por exemplo, para quem não me conhece aqui, Johnny Vicari, se anos produzindo para esse canal, mas eu tenho um canal de box, luto box e crio o canal sobre box. Já tem mais de 100.000 inscritos, por isso que tem a outra plaquinha aqui de 100.000 inscritos atrás. é do meu outro canal de box.
E lá eu percebi que não tinha um canal de box no YouTube. Ninguém falava disso no YouTube e não tinha um catálogo de box. Eu fui lá e fiz mais de 500 vídeos sobre boxeadores. Os vídeos viralizaram, deu muito certo. Achei uma oportunidade de mercado, consegui alinhar com uma monetização forte. E aí você vai alinhar isso com a sua habilidade. Eu, por exemplo, eu sou péssimo em box. Eu não sei lutar box, mas eu sei criar conteúdo.
Aí eu criei e documentei história de outros boxeadores. Eu não ensinei como boxeava. Tá aí a diferença. Você tem que alinhar isso com a sua habilidade e a sua paixão. O que você gosta? Cara, eu consigo ganhar dinheiro com box hoje no Brasil. Box é um dos nichos que os atletas são mais mal pagos, que é por raros que são profissionais, né? Muitos deles, cara, tem um segundo trabalho para pagar as contas enquanto lutam.
E eu consegui alinhar todos esses outros pontos com uma coisa que me dava dinheiro. Então eu consegui alinhar tudo que eu gostava com as minhas habilidades, com o mercado, com a monetização. Não é fácil. Eu demorei 5 anos para achar esse nicho de box. Eu só fui achar agora em 2025, 24 esse nicho. Então demorou muito de eu sair de casa, conhecer outras pessoas, fazer uma um hobby novo para eu descobrir o que eu gostava.
Então, por isso que esse creator aqui G é um dos mais importantes. O próximo é de marca, cara. Como que você cria uma marca de sucesso? Fala, você tem que ter uma marca que promete uma transformação, você tem um tópico, uma habilidade, um propósito bem alinhado. Isso aqui é normalmente que a galera usa para fazer branding, tá? Eu particularmente acho pouco importante esse framework aqui, talvez o menos importante. Agora vamos falar da aura.
Lembra que eu te falei lá no começo que eu posso te ensinar todas as técnicas do mundo, mas talvez eu não consiga te ensinar o que é aura. Vou tentar te ensinar agora. Aura é o carisma, é algo que você passa na câmera, é como as pessoas te percebem. Cara, aura era uma mistura de carisma. Tem pessoas que naturalmente são mais carismáticas, outras não. Você tem algumas táticas, né, e técnicas de PNL, de comunicação, que são táticas da pseudociência, mas que funcionam por muitas vezes.
Tem uma questão de integridade. Por exemplo, você nunca vai ver eu fazendo publicidade na casa de Bet. Você nunca vai ver eu fazendo promessa fácil, brincando com o seu sonho, falando tipo: "Ah, dá para você ganhar dinheiro muito rápido e fácil com YouTube". Eu não sou desses. Eu falo para vocês que é um trabalho que demora 2, 3 anos. vai trabalhar, cara, pagando para trabalhar para você construir uma reputação aos poucos.
Isso é uma integridade que eu carrego há 6 anos no meu canal sem fazer e promover nenhum nada negativo para quem me assiste. Isso você só constrói com o tempo. Execução. Então, quando você bota a mão na massa e a galera começa a perceber a sua execução, isso é uma coisa que leva em consideração. E a expressão, cara, expressão corporal, expressão vocal, é como você age, como você fala. Cara, você pode fazer um curso de oratório, você pode fazer um curso de atuação, você pode fazer um curso de narração, qualquer coisa que estimule isso em você.
Eu já fiz vídeos ensinando como eu me comunico melhor, cara, para tudo isso, para todas as habilidades soft skills e hard skills, que são habilidades comportamentais e habilidades técnicas, eu já ensinei no clube de criadores, tipo, eu tenho uma aula só explicando como que eu aprendi a me comunicar. pega o primeiro vídeo desse canal. Eu era um tonto, um mano, um cabaçaço, um faria liner tradicional, chato. Eu tinha zero carisma.
As pessoas tinham uma péssima primeira impressão de mim, porque eu parecia um playboy qualquer e, realmente eu era. E eu consegui aos poucos desenvolver, não acho que eu sou carismático hoje, mas eu consegui desenvolver uma pessoa que as pessoas toleram, pelo menos não ten pretensão e não tenho carisma para ser uma um Winderson Nunes, sei lá, uma grande personalidade de hoje e do meio artístico, mas aprendi um pouquinho aí nessa trajetória.
Eu acho que qualquer pessoa pode aprender. Então a aura ela é composta por esses quatro fatores e um pouco mais, né? Autoridade, como que eu construo autoridade? Respeito, é uma coisa que você não constrói, é tempo e as pessoas por muito tempo vendo você ali naquela constância. Autenticidade, essa é uma palavra que eu não gosto muito, tá? Porque eu acho que ela foi canabalizada nas redes sociais hoje, mas é um mix de carisma, é um mix de, cara, você parecer que não tá provando nada para ninguém.
Eu sinto que quem é autêntico é aquela pessoa que, tipo, cara, eu tô aqui porque eu quero, eu não tô fazendo isso aqui para ganhar dinheiro, eu tô fazendo isso aqui para ajudar as pessoas genuinamente. E tipo, se as pessoas quiserem apoiar meu projeto, tá legal, senão tá tudo bem também. Eu acho que a autenticidade é um pouco disso, sabe? Você levar a vida como um experimento, como se fosse uma brincadeira, porque afinal de tudo ninguém ganha de uma pessoa que tá querendo se divertir, né?
E eu acho que a pessoa autêntica é uma pessoa um pouco mais assim espontânea, intuitiva. Lembra que a gente falou disso? É uma coisa que é natural, um pouco treinável, mas você consegue levar a vida se você quiser dessa maneira. Estética, cara, isso aqui eu gosto muito. Tem um cara que eu gosto muito na gringa, que eu me inspira muito. Você vê que meu cenário, é muito inspirado nele, Peter Mcinon. Cara, para mim estética é um jogo que muito, pouca gente percebe aqui no Brasil.
Olha a estética dos vídeos dele, desse amadeirado, desse dessa, dessa cor. Deixa eu botar um vídeo para vocês verem aqui. Cara, eu acho maravilhoso tudo isso. É estético, uma luz mais amarela. Você vê alguma semelhança, querendo ou não com o meu canal, com a minha estética aqui mais dark, tatuagem, um pouquinho mais essa pegada. Cara, estética é uma coisa que pouca gente trabalha no Brasil, mas o que que você quer passar?
Como criar uma marca sexy? Quem fala muito bem disso é Taid Dantas. Acho que é um bom perfil caso você goste dessa linha para seguida estética. Eu tenho uma no clube de jogadores sobre estética também, vale muito a pena. Recomendo também o Rafael Chenson também que fala sobre estética, é um cara que manja muito disso, vale a pena seguir também. Então a estética é uma coisa que pouca gente explora. Como você construir a sua estética, o seu porte?
Isso também é construção com o tempo. Como eu falei, cara, há anos atrás eu era um faria liner qualquer, né? Eu era um cara que usava calça caqui, blusa azul de trabalho, aquelas blusas, sabe, de botão. Andava de patinete na Faria Lima. A minha estética era de um Faria Limer, que, cara, 90% do Brasil odeia. Hoje em dia eu tenho uma estética, mano, eu comecei a desenvolver essa personalidade, tipo, eu gosto muito de rock, comecei a me tatuar, não falando para você fazer isso, mas gosto muito de rock.
Você vê atrás também tem algumas coisas. Eh, enfim, você vai achar sua estética no mundo. Acho que o melhor jeito para eu falar para vocês nisso é tenha referências. Referências são muito importantes para você conseguir a sua estética. E assim que você tem aura. É uma mistura de cara, não tenho que provar nada para ninguém, tô aqui para brincar. ter uma estética que as pessoas falem: "Caraca, que estética foda." Eu executo isso há muito tempo, crio autoridade porque eu tô aqui nesse jogo há tanto tempo e as pessoas sentem que elas tem que parar para ouvir para ver isso.
Esse aqui é um dos mais importantes também, cara. Se eu pudesse dar uma loa de introdução pras pessoas, eu mostraria esse framework. Eh, como fazer uma introdução de YouTube. Basicamente, vou explicar muito rápido para vocês aqui. Você vai começar um vídeo no YouTube confirmando o que a pessoa clicou para assistir, que é basicamente repetir o que você colocou no título. Você fala assim: "Cara, você veio aqui porque você clicou nesse título?" Então você veio pro lugar certo.
Perfeito. Depois você vai estabelecer o que o cara vai ganhar. Cara, se você assistir esse vídeo até o final, você vai aprender tudo que você precisa saber sobre criação de conteúdo. Maravilha. Depois eu deixo o vídeo mais pessoal. Como que eu deixo o vídeo mais pessoal? Cara, eu fiz muito conteúdo na internet que ninguém assistia por 6 anos até que eu descobri alguns framework que se mudaram o jeito que eu penso conteúdo.
Eu conto um pouco da minha história, deixo o vídeo mais pessoal e depois eu já abro um loop de curiosidade. Mas cara, eu vou te ensinar hoje uma coisa que ninguém te ensina, o que é ter aura. Aí eu abro esse loop. O que que é aura? Mas eu vou te explicar no último framework do vídeo. É um loop de curiosidade, por exemplo, ou vou te mostrar 24 frameworks que você nem eu fiz nesse vídeo. 24 frameworks que você vai sair daqui aprendendo muito sobre criação de conteúdo.
Simples assim, né? Parece fácil, mas a ideia é essa. Conforme você vai fazendo, é natural uma estrutura. Você vai chegar na hora de gravar um vídeo, você já sabe o título do vídeo. Cara, vou repetir o título do vídeo, cara. Tudo que você precisa aprender sobre criação de conteúdo em 30 minutos. Se você acha isso aqui, você vai se tornar um criador muito melhor do que você era ontem. Eu passei por esse perreng quando eu era mais novo.
E eu vou te ensinar esses 24 frameworks aqui que vão te ajudar a criar um melhor conteúdo. Cara, é muito simples. A introdução do vídeo é muito simples. É só não fazer merda que dá tudo certo. Simples assim, né? Parece fácil. Isso aqui depende muito treino, obviamente, tá? Você não vai chegar aqui e vai fazer isso aqui rapidinho. Ordem de importância de habilidades. Então, quais habilidades você deveria ter? Estamos no framework 16.
Presta atenção. Sai do TikTok, respira, tá tudo tranquilo, não entra no automático aqui, tá? Eu sei que é muita informação, pode ficar muito denso. Às vezes tá assistindo esse vídeo, espero que você não tá com caderno na frente, né? Porque você vai botar tudo isso no IA. Ia vai aprender para você. Quero que você esteja aproveitando esse vídeo. Framework número 16. Quais habilidades aprender como um criador de conteúdo para YouTube?
Primeiro, embalagem, título e thumbnail. Você vai ter que focar em descobrir o que que é um bom título e uma boa thumbnail. De novo, tenho aulas disso no clube de criadores. Aulas porque tem no plural, tem muita aula disso, de como ter melhores ideias, como escrever títulos melhores, como fazer também os melhores, como eu consumo YouTube de maneira ativa, identificando o que que são bons títulos e títulos ruins. Depois você vai aprender introdução.
Então, quando você masterizar título e tamb você aprende introdução, aquele framework que eu te mostrei por último. Depois você vai mergulhar no roteiro do vídeo e no valor do conteúdo que você quer entregar para depois você trabalhar sua comunicação. Por incrível que pareça, a comunicação não importa tanto quanto parece. Ela vai importar só que em outro momento. Primeiro você tem que fazer as pessoas clicarem para ver que sua comunicação é uma bosta.
Depois que ela vê que é uma bosta comunicação, é porque ela clicou. Aí você pode treinar sua comunicação. O bom da comunicação que você vai treinar em paralelo, né? Enquanto você tá aprendendo embalagem, você também aprende de comunicação que você vai estar gravando vídeo. E depois, por último, estrutura de roteiro, que eu deixaria por último porque, cara, honestamente, se você sentar na frente da câmera e sem só falar, as pessoas vão querer escutar.
Uma vez que você encontrou uma uma ideia legal, um ângulo legal que as pessoas não viram ainda, honestamente, da minha experiência, cara, a estrutura do roteiro, nossa, super, olha, storytelling, tals, honestamente, isso aqui passa batido. Muito bom. Qual a melhor rede social para produzir conteúdo? Então, talvez você esteja aqui nesse vídeo, nem se perguntou: "Cara, será que eu quero trabalhar no YouTube mesmo? Eu quero ir pro Instagram, TikTok?
Eu quero ir pro Substeck, queria produzir newsletter?" Não sei, pode ser que esteja aqui por isso, tá? Eu coloquei aqui para vocês, tem aqui nichos com baixa vontade de pagar, por exemplo, newsletter. Cara, quem que paga para ver newsletter? Pouca gente, né? Então, plataformas que pouca gente tem vontade de pagar ou até marcas de patrocinarem, a gente tem e são bem nichadas, né? Bem nichadinho. Pouca gente usa Substec, Cajab, Bir e Medium. É uma rede social muito nichadinha que tem um pequeno público alvo.
Eu não iria para essas redes sociais porque tem pouca gente e paga pouco. Não faz muito sentido. A gente tem as redes sociais de massa com baixa vontade de pagar, que é o Instagram. O TikTok tá mudando, tá? O TikTok, o TikTok Shop, eu já diria que já tá com alta vontade de pagar, é impressionante. Então, talvez eu mudaria o TikTok para cá, pro massa e alta vontade de pagar. Temos nichos, eh, redes sociais nichadas com alta vontade de pagar, que é, por exemplo, quem vai para Kify, Hotmart, pro Patreon, plataformas que são icônicas, porque você tem que pagar para receber o conteúdo, mas não é todo mundo que tá lá.
E a gente tem as plataformas que são de massa e que tem pessoas que querem pagar. Essa aqui é onde eu focaria. YouTube, Trads, LinkedIn e hoje em dia TikTok por conta do TikTok Shop. Agora, se você for fazer conteúdo educacional no TikTok que não venda afiliados, não iria pro TikTok. TikTok, só se fosse TikTok Shop, porque a galera tá comprando muito, é surreal, mano. É bizarro. Eu tenho que fazer um vídeo sobre esse outro fenômeno depois.
Então, escolha uma plataforma que seja de massa e que as pessoas queiram pagar. Simples assim. Ah, Johnny lançou uma plataforma nova, o Club House, o como que é o YouTube chinês? Billy Billy. Mano, esquece. Vai no que tem gente, que tem gente que paga. Para de tentar ficar buscando a próxima onda, porque isso aí só vai perder seu tempo. Mano, falo disso porque eu já eu já fiz essas merdas aqui. Inclusive ano passado fiz um vídeo sobre steack, viralizou.
Aí, muita gente entendeu que eu prometi que substeck essa próxima onda. Enfim, você entendeu. Foca no básico, no que já funciona, no que tem gente e que tem gente que paga. Instagram é cara. É difícil. Bloqueio criativo. Ah, J, tô com bloqueio criativo. Usa esse framework. Normalmente o bloqueio criativo é, ele vem quando você tá com bloqueio, quando você tá sobrecarregado, o ciclo é, você tem que criar muito, botar muito para fora, fazer muito vídeo, escrever muito até você esvaziar seu repertório, mano.
Escreve tudo que você sabe, faz framework, escreve história, escreve tudo. Vai chegar uma hora que você fala assim: "Mano, não tem mais o que escrever, não tem mais vídeo para gravar". Aí você vai entrar num ciclo de consumir muito conteúdo. Pelo menos eu percebi que eu sou assim e não apareceu aqui. Teoricamente era para estar aqui um quadradinho também. Vou corrigir isso depois, pô. Aí a erra para né? Então toma cuidado.
Se você só quem botou esse vídeo só anar tá esperando entregar um bom resultado, cuidado, porque às vezes ela comete esses erros. Na teoria era para ter um quadradinho aqui que falava: "Consome muito conteúdo agora". Então você vai chegar, consumir muito conteúdo, pegar repertórios novos, pegar referências novas para você então se sobrecarregar de novo. Vai chegar uma hora que você vai falar assim: "Mano, não aguento mais ver conteúdo, não aguento mais ver podcast, não aguento mais ver e YouTube".
Aí chegou a hora de você criar para caramba e aí você entra nesse ciclo. Tem vezes que eu tenho aqui nesse canal um, dois meses de conteúdo programado porque eu tô com uma fase muito boa. Tem horas que eu fico um mês sem gravar porque eu tô sem ideia e eu tô ali consumindo para ter ideias novas. Isso aqui é estrutura de três atos de como contar uma história. A estrutura simples de storytelling, né? Vou colocar aqui na do outro jeito para vocês poderem ver.
Eh, toda história ela tem três atos. Você pode colocar isso no seu vídeo, você pode não colocar. Para vídeos educacionais é mais difícil. Para vídeos como vlogs é muito legal você colocar essa estrutura que é começo, meio e fim, né? Auto um, construção, apresentar quem tá participando do vídeo, apresentar o problema, apresentar o que que eu vou falar no vídeo. Na parte dois, eu vou estabelecer o objetivo. Eu vou falar assim: "Hum, tem esse obstáculo aqui, cara.
Não tava prevendo isso, mas isso aqui vai acontecer". Cara, eu vou fazer esse desafio, só que esse desafio tem esse problema. E aí você tem a resolução, você resolvendo o conflito até o fim do vídeo. Cara, isso aqui é uma estrutura que usa no cinema, usa no YouTube. Você vai usar mais isso caso você seja do mundo de vlogs e entretenimento. Se você é de educação, honestamente não me preocuparia com isso agora, mas saiba que se você tá querendo estudar roteiro, você tem que estudar estrutura de três atos, estudar livros de roteiro, eh, que é muito importante também.
Esse aqui é o meu framework. Esse aqui eu criei com muito orgulho. É o framework que carrega o clube de criadores e o que torna esse canal tão atrativo que muita gente fala para você criar vídeo pro YouTube e aí de novo não tem muita estratégia. Resumindo para vocês framework, eu tenho um módulo inteiro no clube de criadores que eu explico disso. Você tem que criar quatro tipos de vídeo. Vídeos para atrair gente nova, transformar estranhos em pessoas que te conhecem.
Então você vai fazer um vídeo aí que é uma modelagem, é um vídeo que você vai pegar uma referência da gringa, um vídeo focado em se, uma tendência, uma notícia, um tema em alta, algum vídeo que já funcionou no seu canal. Depois você vai transformar essas pessoas em fãs, essas pessoas que te conhecem para fãs, fazendo um vídeo mais pessoal, contando um pouco mais sua história, um vídeo um pouquinho mais denso, mais nichado, mais educacional, você contando um pouco mais da sua história e essa pessoa vai virar seu fã depois que ela assistir 1 do 3 4 c vídeos seu, ela fala assim: "Nossa, gostei desse cara, tem uma personalidade interessante, ele gosta de rock que nem eu, ele curte box que nem eu." Aí eu já vou conectando ao nível mais pessoal, até que eu convenço você a virar um cliente meu, fazer um vídeo de conversão, um vídeo que, cara, eu vou falar muito sobre meu produto, vou falar muito sobre o clube de criadores, da minha mentoria.
Aí você já começa a ver que tem um algo a mais, transformar fã em cliente. Tira a carteira, tá duro, dorme, pô. Paga aí para ver meu curso. Clube de criadores, R$ 49 por mês. Loucura, muito barato. Enfim, e a revolução do meu método, que eu acho que aqui torna tudo melhor, que é os vídeos para testar, testar coisa nova. Porque por muitas vezes a gente fica num platô de ficar criando o que já funcionava, o que já a gente acha que funciona e fica repetindo.
E a gente tem que testar coisas novas. vez outra colocar um vlogzinho, às vezes o outro testar um formato diferente. Porque nós como criadores, eu não gosto de tratar a gente como artistas. Eu acho que a gente é tipo um pedreiro. A gente tá ali, ó, tijolinho, tijolinho, ó o que funciona. agora eu preciso vender, agora eu preciso criar mais fãs, aumentar minha base de seguidores. E aí agora eu tenho que renovar minha base sempre, sempre renovar minha base, trazer a gente nova.
Só que tem horas que formatos que funcionaram antes podem não funcionar depois. Se você tá constantemente testando ideias novas no seu canal, você vai estar renovando essa base e futuramente achando um novo formato vencedor. E o teste é muito do que vem da sua cabeça. Aqui é para estimular sua intuitividade. Eu não gosto de criador que tenta te colocar numa caixinha, que tenta te colocar num template. Eu acho que cada um tem o seu jeito original de criar e tem que descobrir isso.
Eu posso te botar na mentoria, cara, um caminho, um caminho inicial dos 100 primeiros vídeos, só que você tem que começar a criar engatinhar sozinho. Você não pode depender de uma pessoa fazendo tudo por você. Eu quero achar sua voz única e não te colocar num jeito que as outras pessoas fazem para parecer uma engrenagem. Número 21. Esse aqui foi a invenção do Mat Devila, um dos meus youtubers prediletos. Ele fala que todo criador de conteúdo precisa ter dois desses três elementos dos tripés. personalidade, conteúdo de valor e qualidade audiovisual.
Se você, você provavelmente hoje só tem um, você tem que ter dois, tá? No mínimo, que é para você ser interessante. Muitos criadores têm uma personalidade forte, outros t um conteúdo de valor, sabem muito bem do que fala ou tem uma qualidade audiovisual Nossa, eu filmo muito bem, edito muito bem. Só que você, se você tiver só um deles, você só não diferencia. Então, o ideal é você ter mais do que um, cara, e entender o seu nicho.
O meu nicho tem mais pessoas, qual a combinação mais comum no meu nicho? Como eu posso fazer uma combinação diferente? Enfim, aqui é só uma provocação para você tentar encontrar algo a mais pro seu conteúdo, aonde você pode adicionar. Às vezes você é um ótimo professor, mas seu conteúdo não tem uma qualidade muito boa e tá tudo bem às vezes, mas às vezes você não tá nem colocando personalidade no conteúdo, aí é complicado, né?
Aí ninguém vai assistir mesmo. Tenta colocar um pouquinho a mais de algum outro aspecto. Método científico. Eu sou formado em economia e eu eu cheguei a quase ir pro nicho acadêmico da economia, né? Virar professor, fazer doutorado, mestrado, etc. E quando eu fui escrever meu TCC, eu gostei muito da ideia do método científico. O método científico hoje para você escrever artigos acadêmicos é você vai fazer uma observação no mundo, você vai identificar que tem um problema e aí você vai falar assim: "Que problema é esse?" Cara, eu acho que esse problema vem dessas hipóteses aqui.
Eu tenho essas hipóteses do porque esse problema existe. Aí eu vou fazer meus experimentos, testes, pesquisas e vou testar. E aí eu vou pegar os resultados e vou falar: "Será que isso funcionou? Será que isso não funcionou?" Vou escrever um artigo. Criar conteúdo paraa internet é a mesma coisa. Você vai observar o que tá sendo criado no seu nicho. Você vai identificar: "Putz, tem pouca gente falando sobre esse método ou ninguém falou para esse tipo de pessoa." Cara, você tem variações de gênero, CP, eh, identidade, cara, qualquer coisa que você seja diferente das pessoas. Às vezes a gente tá lotado de opiniões de pessoas de São Paulo na internet no Brasil.
Cara, eu sou do Nordeste, eu sou do norte do país. Às vezes, cara, se eu trago uma perspectiva de finanças no norte do país, é uma coisa diferente que eu não vejo no YouTube normalmente. Então, você tem que observar aonde que você pode se encaixar no meio e que perspectiva você vai trazer diferente. Você vai identificar que problema que as pessoas estão tendo hoje que elas não enxergam, quais hipóteses eu posso fazer para isso resolver, estabelecer uns vídeos aqui para eu testar, experimentar e testar muito, colher os resultados e ter conclusões.
Todos os meus mentorados, eu uso esse método. Cara, é muito fácil. Quando você faz com alguém que é mais experiente que você, fica mais fácil, né? Mas se você usar isso aqui para seu cotidiano, para qualquer coisa na sua vida, cara, vai ficar tudo muito mais fácil na sua vida. Isso aqui é um framework do Alex Ormose. Eu já falei dele aqui nesse vídeo, que é como criar uma oferta muito bem feita, uma oferta que as pessoas comprem de você.
Isso aqui vale para oferta e vale também para título no YouTube. E é por isso essa equação explica o por a gente tá na merda hoje em dia, o porque tem tanto produto golpista, o porque tem tanta gente mau caráter na internet. Mas se você entender essa essa equação, você vai pelo menos você vai cair nesses golpes e quem sabe você pode se beneficiar fazendo um trabalho honesto dentro dessa equação. Para você ter uma oferta que vai vender muito, um título que a galera vai clicar muito, você tem que prometer um resultado dos sonhos pra pessoa e ela tem que achar que a probabilidade dela conseguir alcançar esse resultado é alta.
Ela não pode só achar que, tipo, mano, eu vou te ensinar a ter um tanquinho mesmo você que gosta de doce. Opá, tão tanquinho. Mesmo eu que gosto de doce, então acho que eu vou conseguir dessa vez, porque todo nutricionista falou para eu cortar o doce. Então, olha como já tá positiva a oferta. Só que a gente tem que diminuir ao máximo tempo que demora para ela conseguir esse resultado. Porque se eu demoro muito para conseguir esse resultado, essa pessoa desiste.
Quanto mais rápido, melhor. Cara, eu vou te ensinar a ter tanquinho, mesmo você gostando de doce, em apenas um mês. Caraca, [roncando] que loucura. Só que tem que ter aqui, ó, com menos esforço e sacrifício possível. Eu vou te ensinar a ter tanquinho, mesmo que você goste de chocolate em um mês, sem comendo doce todo dia ou sem precisar cortar o seu doce. Pronto, você não tem esforço nenhum. Olha que fácil. Por isso que na internet hoje a gente vê cada vez promessas mais milagrosas.
Cara, eu vou te ensinar a ganhar $000 por mês com esse método que ninguém conhece ainda no Brasil e você só vai trabalhar duas horas por dia. um monte de gente vai cair nesse golpe, né? Cuidado quando é bom demais para ser verdade. Você pode usar dessa equação para fazer uma boa oferta, uma oferta honesta, mas eu sei que tem muita gente prometendo resultados rápidos na internet. Enfim, se você quiser prometer resultados rápidos também, tá? seguir a fórmula para você, né?
Eu não tô fazendo julgamento de moral, tô apresentando o que acontece no mercado. E eu acho que dá para você usar isso de maneira de maneira honesta. E lembra que eu falei lá no começo do vídeo que tinha o nicho pequenininho, ultra nicho e o nicho maior? Aqui é só um exemplo final, tenho que reorganizar a ordem também dos slides. Um nicho grande que todo mundo assiste, negócios. Vou falar sobre negócios, muito amplo.
Ah, então de falar dentro de negócio, eu quero falar de vendas. vendas já um públicinho pouquinho menor do que negócios, cara. Mas eu quero falar de vendas B2B. Opa, cada vez mais específico. Vendas B2B de empresa para empresa. Gostei, já é mais nichadado. Ah, eu quero falar de vendas B2B para nicho tec, para quem trabalha com tecnologia, software, mais nichado ainda. eu quero fazer vendas B2B tech. Eu quero fazer vendas de corporativas de empresas de tecnologia de alto valor.
Cara, é um conteúdo muito nichado. O ideal é que você mescre isso nos seus conteúdos e até na sua oferta. Pensa que uma oferta de um produto, ela é muito mais, cara, ela é muito melhor. Eu tenho muito mais vontade de comprar uma coisa que é mais parece que foi feita para mim. Se eu vejo um curso, cara, vendas de aprenda a vender, eh, vendas corporativas B2B, se você trabalha com tecnologia e seu ticket de vendas é acima de R$ 100.000, qual oferta vai pegar mais?
Essa ou aprenda a vender melhor? Cara, se eu sou o cara, exatamente o perfil de cliente dessa empresa, eu vou comprar o produto que foi feito para mim. Então isso vai servir. Mas de novo você não pode fazer um conteúdo ultra ninchado sempre, porque você vai ter poucas visualizações e é ideal que você angie um público maior e vá levando essas pessoas para onde você quer numa jornada do consumidor. Esses foram os 24 frameworks.
Eu não sei quem assistiu até o final esse vídeo. Eu queria até fazer uma um comentário aqui. Comenta aqui o simbolozinho do rock. Se você assistiu esse vídeo até o final, bota aí, porque, cara, são 50 minutos de vídeo, isso aqui foi muito mais do que qualquer curso assim que eu já fiz online. Então, espero que você que assistiu até aqui goste de novo. Vamos hypar esse conteúdo, vamos bugar o YouTube com número de hypes, com conteúdo valioso como esse. É, o link do clube de criadores está aqui embaixo também, caso você queira comprar.
Tem mais de 50 horas de curso lá para você assistir aulas leves, sem você precisar fazer muita, é, ficar escrevendo toda hora. É mais pra gente trocar uma ideia mesmo. E eventualmente, se você quiser trabalhar individual comigo numa mentoria, eu vou deixar o link da lista de espera que está fechada, a gente vai abrir em outubro, novembro uma nova turma da mentoria. Se quiser fazer parte desse pequeno e seleto grupo que a gente tá hoje, inclusive a gente tá um mês de mentoria e a gente já tem dois mentorados, um já pegou 30.000 1000 views no vídeo e o outro criou o canal agora.
Agora terceiro vídeo dele pegou 10.000 visualizações. Tô muito feliz com o resultado que a gente tá tendo nessa mentoria e tô ansioso pra próxima turma também ser tão boa quanto essa primeira, porque tá sendo um prazer trabalhar com todo todas pessoas que estão na mentoria hoje. Acho que é isso. E as próximas vagas terá esse número parecido também. Bom, espero que tenha gostado desse vídeo de novo. Agradeço você ter ficado aqui até o final.
Tamo junto. Um beijo, um forte abraço e até mais. Yeah.
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